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| Tanque PzKpfw IV Tiger II PzKpfw IV
ou SdKfz 171 |
| Origem |
Alemanha.
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| Tripulação |
Cinco
(5). |
| Armamento |
88mm
KwK 43 L/71 e 3 x 7.92mm MG34/42
(1 x MG - no casco)
(1 x MG - coaxial ao canhão)
(1 x MG - sobre a torreta) |
| Dimensões |
Comprimento:
7.26m (sem canhão)
10.28m (com canhão) |
Largura:
3.65m (sem "avental")
3.75m (com "avental") |
Altura:
3.09m |
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| Peso |
68.000kg
. |
| Pressão
sobre o solo |
0,88
kg/cm2. |
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Potência/peso |
15,62
cv/t. |
| Motor |
Maybach
HL 230 P 30 V-12 a gasolina, refrigerado a água,
desenvolvendo 700 cv a 3.000 rpm. |
| Desempenho |
Velocidade
em estrada: 35-38km/h
velocidade em terreno acidentado: 17km/h
autonomia
Estrada: 110-120km
Terreno acidentado: 80km |
| Blindagem
(mm/ângulo) |
Torreta
frontal: 180/9
Torreta Porsche frontal: 60-110/round
Superestrutura frontal: 150/50
Casco frontal: 100/50
Torreta lateral: 80/21
Torreta Porsche lateral: 80/30
Superestrutura Lateral: 80/25
Casco lateral: 80/0
Torreta traseira: 80/21
Torreta Porsche traseira: 80/30
Casco traseiro: 80/0
Torreta Superior / Inferior: 40/78 / 40/90
Torreta Porche Superior / Inferior: 40/77 / 40/90
Superestrutura Superior / Inferior: 40/90
Casco Superior / Inferior: 40-25/90 |
O "KING TIGER" (Königstiger)
O Panzerkampfwagen VI Tiger II Ausf. B "Königstiger"
(Sd.Kfz.182) / VK4503(H) foi o mais poderoso carro
de combate da Segunda Guerra Mundial. O Tigre II (King
Tiger) combinava um poderoso e eficiente canhão
com uma blindagem virtualmente impenetrável
ao armamento antitanque dos Aliados. O resultado dessa
combinação passou para a História.
As plantas do Tiger II começaram a ser desenhadas
em Março de 1942, um ano depois que o Tiger
I entrou em produção. No final de 42
/ início de 43, os engenheiros começaram
a trabalhar num novo tanque pesado, que pudesse eventualmente
substituir o Tiger I. Em janeiro de 43, Hitler solicitou
a construção de uma máquina armada
com um canhão de 88.mm (coisa antes nunca feita),
e com blindagem frontal de 150 mm e lateral de 80
mm. As chapas frontais e laterais deveriam ser sobrepostas
e intercaladas, num design semelhante ao então
novo PzKpfw V Panther (Sd.Kfz.171).
Mais uma vez, os engenheiros Henschel e Porsche foram
designados para o desenvolvimento do novo veículo.
Porsche providenciou dois projetos, baseados no prévio
VK 4501(P) que foi chamado de VK4502(P). Esse projeto
dividia-se num primeiro sub-projeto, nomeado como
Typ 180 (Turm Vorne) A/B, e sua torreta era montada
centralmente, enquanto o segundo sub-projeto (Typ
181 (Turm Hinten) A/B/C), tinha a torreta montada
à ré com motor central. Ambos os projetos
compartilhavam o mesmo chassi e casco, com o mesmo
sistema de combustão e sistema elétrico
do VK4501(P).
Ambos designs eram similares, com diferenças
na posição da torreta e de certos componentes
mecânicos. Foram produzidos modelos de madeira
experimentais de ambos, apenas. O projeto de Henschel
foi desenvolvido muito mais rapidamente e acabou sendo
destinado a produção, compartilhando
muitos componentes do Panzer V, do Panther e do Panther
II (p.ex., casco superior). O VK4503(H) era completamente
diferente do Tiger I, e tinha alguma semelhança
com o Panther aumentado. Em 20 de outubro de 43, um
protótipo em madeira fora apresentado ao Füher
em Arys (Orzysz), no leste da Prússia. Preparações
para a produção do projeto de Henschel
em Kassel se iniciaram em dezembro de 43, com três
protótipos produzidos(V1, V2 e V3). A produção
começou em janeiro seguinte foi até
março de 45. Apenas 489 foram produzidos (além
dos três protótipos), em quatro séries
de fabricação (420500 420530, 420590
e 420680), apesar de terem sido encomendados 1500
(a situação do final da guerra, com
a falta de matéria prima e os constantes Raids
sobre a fábrica de Henschel em Kassel, que
a deixaram em ruínas).
Os primeiros modelos, produzidos até setembro
de 44 foram revestidos com Zimmerit (uma pasta anti-magnética,
que dava aos tanques alemães que vemos em muitas
fotos a aparência de estarem envoltos por um
tipo de rede de galinheiro). Alguns veículos
produzidos anteriormente a junho, foram equipados
com exploradores de profundidade, (um tipo de arado
pontudo frontal que ia estourando as minas à
frente), mas apenas para fins de teste. Durante a
produção, numerosas modificações
foram realizadas, incluindo troca de placas e seladoras,
diferentes tipos de lagartas, trilhas de tração
adicionais, etc. Nenhuma das modificações
mudou muito a aparência ou performance do tanque.
King Tiger com a torreta inicial (Porsche).
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King Tiger
com a torreta Porsche.
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Os primeiros 50 produzidos (incluindo os três
protótipos) foram equipados com torretas desenhadas
pelo engenheiro Krupp para o projeto VK 4502(P), da
equipe Porche, e ficaram conhecidas como "Porsche
Turrets " ("Torretas Porche"). Os modelos
posteriores foram equipados com torretas desenhadas
pelo mesmo Krupp, mas dessa vez para a equipe Henschel,
tendo ficado conhecidas pelo nome de "Henchel
Turrets" ou "Production Turrets". Ambas
eram montadas no meio do tanque. A primeira torreta
Porche era montada usando um canhão de 88.mm
de uma única peça, enquanto que a torreta
Henschel era montada com o canhão 88.mm segmentado
em duas peças. Essa modificação
foi implementada a partir de maio de 44, e permitiu
que o Tiger II passasse a carregar 86 cargas de munição
ao invés das 80 cargas de canhão originais.
Setenta e cinco por cento dessas cargas eram armazenadas
ao longo do casco, enquanto que o restante era guardado
na traseira da torreta. Ainda, importante lembrar
que um total de 5.850 tiros calibre 7.92mm eram carregados
pelas três metralhadoras MG 43 / MG42 montadas
no tanque para defesa "local" e aérea.
Uma das metralhadoras era montada na frente do casco,
e duas na torreta: uma exposta na escotilha superior
e outra oculta na frente, ao lado do canhão
(um discreto orifício visto externamente).
A torreta Porche tinha um escudo curvo e o compartimento
do comandante era sempre à esquerda. Esse escudo
curvo criava um ponto de vulnerabilidade logo abaixo
de si aos tiros do inimigo, e em Dezembro de 43 foi
ordenado a Henschel redesenha-la. Assim, a nova torreta
tinha um escudo plano e um compartimento do comandante
aumentado. O peso do King Tiger com a torreta Porsche
era de 68, 5 Ton. , enquanto que com a Henchel atingia
69,8 Ton. As torretas podia rodar 360 graus em 19
segundos, ou demorar 77 segundos, dependendo da rotação
do motor. Também podia ser rodada com as mãos,
usando-se um mecanismo de roldanas e engrenagens operado
pelo artilheiro.
O propulsor utilizado era um Maybach HL 230 P30 (12
cilindros), que produzia 700 hp, e era usado também
pelo Panther, com uma caixa de marchas Maybach OLVAR
EG 40 12 16 B (oito marchas à frente e quatro
a ré). O sistema de embreagem era uma novidade
projetada por Henschel, o L 801. Essa combinação
da engeharia alemã permitia ao Tiger II de
quase setenta toneladas mover-se com uma agilidade
felina.
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King Tiger
com a torreta de produção (Krupp).
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A suspensão era feita de nove conjuntos de
rodas de aço de 800 mm entrelaçadas,
encapadas com borracha, de cada lado, com braços
móveis e barras de torção. Fora
os nove conjuntos, havia cinco rodas externas e quatro
internas. O Entrelaçamento de todas essas rodas
resolvia o problema encontrado durante o uso do Tiger
I, em que lama, pedras e gelo invadiam o mecanismo
de tração e imobilizavam o tanque. Esse
sistema foi um melhoramento, mas não resolveu
o problema totalmente, pois esse sistema de entrelaçamento
reduzia a vida útil das lagartas devido à
pressão sob a qual trabalhavam. O Tiger II
foi equipado com dois tipos de lagartas: 660 mm (finas)
para transporte e 880 mm (largas) para combate. A
mobilidade do Tiger II era complicada: seu consumo
de combustível era sofrível. Sua relação
potencia / peso (10.1Hp/10 Ton.) era muito limitante.
Sua velocidade máxima era de 38 Km/h, e em
terreno acidentado atingia 17 km/h, fazendo 5 litros/Km
(!). O combustível (petrol) era armazenado
em sete reservatórios, totalizando 860 litros.
A autonomia era de 120 Km na estrada e 80 Km no off-road.
O King Tiger também necessitava de constante
manutenção para se manter operacional.
O Tiger II era armado com um muito preciso canhão
88mm KwK 43 L71. Esse canhão, de 71 calibres
de extensão (6,3m), tinha um alcance máximo
efetivo de 10 Km. Era equipado inicialmente com um
telescópio binocular Turmzielfernrohr (TZF)
9b/1, e posteriormente com um monocular TZF 9d. O
canhão podia ser elevado até dezessete
graus e abaixado até oito graus. Cada projétil
do 88.mm pesava quase 20 quilos, o que resultava numa
relativamente baixa cadência de fogo. O poderoso
88.mm destruía Shermans (americanos), Cromwells
(ingleses) e T-34/85 (russos), a distancias de 3,5
Km. A única exceção era o tanque
soviético Joseph Stalin 2 (IS-2), cuja blindagem
frontal o Tiger II só podia perfurar a uma
"curta" distância de 2,3 Km.A essa
distancia, o Tiger II estava a salvo do poder de fogo
inimigo. A blindagem muito espessa e inclinada protegia
a tripulação mesmo a curta distância.
Poucas armas realmente poderiam penetrar a blindagem,
mesmo a curta distância. Na verdade não
há um único registro ou fotografia que
prove que a blindagem frontal do Tiger II tenha sido
algum dia perfurada em combate!
Na verdade, o mais letal para os Tiger II era a falta
de peças de reposição, que era
comum, deixando muitos inoperantes. A Estratégia
principal de combate utilizada para o Tiger II era
preparar emboscadas, escondido entre árvores
e valas, causando destruição até
ser neutralizado. Vários Shermans atacavam
em "matilha", cercando e atingindo o Tiger
pelos flancos ou traseira. Nessa operação,
um ou mais Shermans serviam de "isca" e
acabavam sendo destruídos pelo Tiger. Um Sherman
"Firefly" ou um M-36 Jackson podia por um
Tiger fora de ação à 1Km de distância,
se conseguisse chegar tão perto.
Uma tripulação de cinco homens (comandante,
artilheiro, carregador, piloto, e operador de rádio/artilheiro
secundário) operavam todo o maquinário.
Eram todos conectados por um sistema telefônico
interno, a exceção do carregador. Inicialmente
os Tiger II eram equipados com um rádio FuG5,
e alguns com um FuG2.
O Tiger II também foi usado como base para:
" o "Tanque de Recuperação
Bergewagen" (talvez 18 produzidos, mas sem confirmação
oficial de sua existência),
" Jagdpanzer Jagdtiger Ausf. B (Sd.Kfz.186),
" Grille 17/21/30/42 (protótipo de canhão
auto-propelido), e
" KANONE 5, um Tiger II desenhado para transporte
de um canhão de 280.mm (!)
Nos fins de 1944, Krupp descobriu uma maneira de rearmar
os Tiger II com um canhão de 105.mm (KwK L/68),
mas isso nunca foi realizado, pois exigiria várias
modificações na torreta (incluindo a
instalação de uma range-finder para
compensação balística) e no casco
(redesenhando o deck traseiro), o que não pode
ser implementado devido ao fim da guerra.
PzKpfw VI Tiger II Ausf. B com torreta de produção.
Iniciando em novembro de 1944, vinte
Tiger II foram convertidos por Wegmann para tanques
de comando (Befehlswagen Tiger II Ausf. B Sd.Kfz.267/268),
e equipados com equipamento de rádio adicional.
Dois tipos de equipamentos foram usados: FuG8 (Sd.Kfz.267)
e FuG7 (Sd.Kfz.268). Os primeiros entraram em serviço
em fevereiro e março de 1945, e carregavam
63 cargas de canhão (32 cargas "duras"
e 31 cargas explosivas).
Tiger II da schwere Panzer Abteilung 503 Feldherrnhalle
em Budapest, 1945. Note o zimmerit revestindo a torreta.
Os King Tiger foram entregues aos Panzer Abteilungen
(batalhões de tanques pesados), tanto da Wehrmacht
como da Waffen SS. A maioria foi para as unidades
da Wehrmacht, enquanto apenas 150 foram entregues
a Waffen SS. Os primeiro cinco tanques foram entregues
a Panzer Lehr Division (Panzer Kompanie Funklenk 316),
mas nunca foram usados em combate. A primeira vez
que um Tiger II viu ação foi em maio
de 44, próximo a Minsk, seguido de outra batalha
em julho de 44 em Sandomierz na Polônia (Panzer
Abteilung 501 comandado pelo Oberstleutnant von Legat).
Apenas duas companhias da Panzer Abteilung 503 comandadas
pelo Hauptmann Fromme, equipadas com o Tiger II, foram
designadas para a Normandia, onde os seus problemas
de manutenção e o fogo aéreo
Aliado provaram ser fatais para os Tiger II, e pelo
fim de agosto de 44, todos haviam sido perdidos.
Os Tiger II da Panzer Abteilung 506 comandados pelo
Major Lange entraram na operação "Market
Garden", na Holanda em setembro de 44. Os Tiger
II também participaram da Ofensiva de Ardennes,
servindo na SS Panzer Abteilung 501 (Kampfgruppe Peiper).
No front Leste, os Tiger II tomaram parte em batalhas
na Hungria e Polonia central em 44 e 45. Tanto no
Front Leste quanto no Oeste, se mostraram soberbos
quando operados por soldados experientes e com a manutenção
adequada. Um pequeno número defendeu Berlin
Abril e Maio de 45. Um Tiger II da Panzer Abteilung
503 foi o último tanque alemão destruído
em guerra. Sua própria tripulação
o explodiu na Áustria em 10 de maio de 45.
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Hoje, um bom exemplo
de conservação pode ser visto em
um Königstiger intacto que foi deixado como
monumento ao norte de St. Vith, na Bélgica.
Existem outros em museus das cidades de Saumur
(França), Bovington e Shrivenhan (Inglaterra
- o de Bovington é o histórico protótipo
(V2), Munster (na Alemanha), no Patton Museum
de Fort Knox (USA), Thun (Suíça)
e Kubinka (Rússia).
O intenso Tiger II, bem como o Tiger I, permanecerá
para sempre como símbolo das formidáveis
formações Panzer da Segunda Guerra. |
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::: BREVE
HISTÓRIA DO PZ ABTEILUNG 503 :::
(sPzAbt.503)
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Esse batalhão
blindado foi formado entre a primavera
e o verão de 1942, e manteve aberto
o cinturão de Rostov, durante a
retirada das forças alemãs
do cerco de Stalingrado durante o inverno
de 42-43. Sua segunda ação
importante ocorreu em Kursk, onde permaneceu
me combate contínuo durante a retirada
sobre o rio Dnieper no final de 1943.
Durante esse tempo, foi anexado ao regimento
Panzer Bake, que consistia do sPzAbt 503,
um batalhão Panther, uma artilharia
auto-propulsada e uma unidade de engenharia.
Esta unidade lutou com grande distinção
em vários encontros com blindados
soviéticos na região do
Dnieper e nas redondezas de Cherkassy.
Em uma ocasião em particular, em
cinco dias de batalha foram destruídos
267 tanques soviéticos com a perda
de um único Tiger e quatro Panthers!
Por essa ocasião, o Dr. Franz Bake
(um dentista!), o comandante do regimento,
foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro.
Foi para o comando da 13a Divisão
Panzer (Feldherrnhalle 2) nos últimos
dias da guerra e alcançou o posto
de coronel.
A unidade permaneceu na frente de batalha
até abril de 1944quando foi enviada
ao front oeste, onde a 1a.Cia foi equipada
com os novos Tiger II. O batalhão
foi mantido ali devido a expectativa de
uma invasão aliada próxima,
e logo foi enviada contra os britânicos
a leste de Caen em Julho de 1944. A unidade
infligiu fortes ao inimigo no corredor
de Bourgeubus, mas também sofreu
grandes perdas devido aos ataques aéreos
aliados.
único "predador natural"
do Tigrão: O Hawker Typhoon atacava
por cima.
Mais tarde, nesse mesmo mês veio
a sofrer mais perdas em Amiens, onde a
Terceira Companhia perdeu quase todos
os seus tanques, para logo ser reequipada
com os novos TIGER II ausf.B. Nos fins
de setembro do mesmo ano, todo o batalhão
foi reequipado da mesma forma, no fim
do ano foram transferidos para a Hungria,
visando defender Budapeste. Em janeiro
o batalhão foi renomeado sPzAbt
Feldherrnhalle e agregado à Divisão
Panzer Feldherrnhalle, que eventualmente
seria destruída pelos soviéticos.
COMPOSIÇÃO DO BATALHÃO.
O Batalhão Panzer 503 compunha-se
de quatro companhias de tanques, sendo
uma delas a de comando (STAB) com três
veículos, e outras três formadas
por 14 veículos de combate agrupados
em três pelotões (ZUG), num
total de 45 veículos. Os modelos
que formavam essas companhias eram:
:::
" PANZER BEFEHLSWAGEN (TIGRE I) TIPOS
MEDIO E FINAL (LATE)
::: " PANZER KAMPFWAGEN VI (TIGRE
I) TIPOS MEDIO E FINAL (LATE)
::: " PANZER KAMPFWAGEN VI (TIGRE
II) COM TORRETAS PORSCHE e HENSCHEL
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Tiger I
:::
Panzers
:::
Panther
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| Waffen-SS
Soldados da Morte |
|
| Autor: |
Jonh
Keegan |
|
"A
atitude nas SS deve ser a de um lutador que ame
a luta, seja esta qual for; absolutamente obediente
e emocionalmente duro; que despreze os racialmente
inferiores e os que não pertecem à
Ordem SS; que mantenha os mais sólidos
laços de camaradagem e nada considere com
impossível."
|
| Valor: |
R$
30,00 + postagem.... |
| OBS.: |
Livro
fora de catálogo, semi-novo. A confirmar
estoque. |
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